“Meus versos nascem como quem dá luz a um único filho, em gestações que podem durar uma vida ou segundos...” (Chris Amag)



terça-feira, 27 de outubro de 2009

Essência

foto Mariah

 









Onde está aquela criança
que tinha os olhos vivos,
perguntava sobre tudo
e queria descobrir o mundo?

Onde está aquela menina ligeira,
que corria pulando, sem medo de cair?
No seu mundo, virou estrangeira?
Do seu eu resolveu fugir?

Onde está aquela adolescente
Que nunca sentiu medo de um “não”?
Perambulando por aí, descrente,
Temendo uma rejeição?

Despertem! Entrem no meu peito!
Preciso que me ensinem a caminhar,
Para percorrer esse caminho estreito,
E não ter medo de amar.

Chris Amag

3 comentários:

José disse...

Olá Cris,
O seu poema lá no meu blog foi um sussesso
Trinta e três comentários, até agora o maximo tinha sido trinta, e toda a gente ilogiou o poema, é pena não terem vindo alguns para o seu blog. se eu soube-se tinha feito doutra maneira. espero que venham alguns.

muito obrigada
E um grande abraço, José

Anna e Cesar disse...

Ao longo de nossa vida, o acúmulo de problemas, correria, falta de tempo para olhar dentro de nós mesmos faz com que parte de nossa essência seja deixada para trás, não que a matemos, mas a deixamos de lado, até que resolvamos resgatar. Ela só adormecida!
Tenha um domingo abençoado e um feriado de alegrias!
Beijos em seu coração, amiga Chris!

Sandrahbn disse...

Este seu poema me remete a mudanças, mudanças que nós buscamos e outras impostas pela vida, ambas necessárias para a nossa própria consrução.
No meu pensar as mudanças só são ruins, quando não se compreende que não se precisa matar a essência de si mesmo, para crescer e amadurecer.
Bjs. e obrigada pelo seu carinho em meu blog!