“Meus versos nascem como quem dá luz a um único filho, em gestações que podem durar uma vida ou segundos...” (Chris Amag)



sábado, 11 de outubro de 2014

Aprendi com a vida...


Nesta vida, aprendi que nem sempre é bom falar sobre nossos sentimentos, mesmo os bons, pois tudo vai depender de como o nosso interlocutor interpreta as nossas palavras inocentes... Elas podem ser brandas, mas podem soar como trovões... Podem ser doces, mas não o suficiente para um paladar mais exigente... Então, aprendemos, cada vez mais, a nos calar e acabamos nos afastando das pessoas que amamos... Nesta vida, aprendi que nos tornamos vulneráveis quando não vestimos máscaras, que para arrancar aplausos temos de nos despir de nós mesmos e interpretar os mais variados papéis que os momentos nos impõem... E quando os holofotes apagam, vamos para as nossas casas, lavamos o nosso rosto, olhamos para o espelho e fazemos uma escolha: a de deixar escapar uma lágrima ou sentir orgulho por ser um ótimo ator. (Maria Cristina Gama)

Um comentário:

Cida Kuntze disse...

Oi querida Chris!
Que poema forte... e muito verdadeiro.
Que possamos ser pessoas sem máscaras e cheios da sabedoria de Deus, para agirmos de maneira correta com todos.
Beijos carinhosos.