“Meus versos nascem como quem dá luz a um único filho, em gestações que podem durar uma vida ou segundos...” (Chris Amag)



terça-feira, 19 de janeiro de 2016

O sol na minha janela


Hoje precisei de ombro e você me deu...
Tinha me esquecido como é um colo,
Tinha me esquecido como você é bonito
Como aquele mar que me manda todos os dias...
Hoje eu só queria palavras no meu ouvido,
Saber que o mundo ainda existe aí fora,
Para poder sair do meu esconderijo.
Hoje está frio, mas não tão frio como dias atrás,
Quando o sol brilhava, mas era pura miragem...
Ainda bem que você é de verdade, que você existe
E graças a você, não estou mais triste!

Maria Cristina Gama
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