“Meus versos nascem como quem dá luz a um único filho, em gestações que podem durar uma vida ou segundos...” (Chris Amag)



segunda-feira, 7 de março de 2016

Buttercup

E elas nascem em meio a um mato desordenado... Não foram plantadas ali, nasceram por descuido, e sempre que aparam a grama, elas são arrancadas... Elas hoje estão assim, exercitando a sua resiliência, o vento as empurra e elas se curvam, mas depois voltam na mesma posição... Algumas fechadas, outras abertas... É assim que me sinto hoje também... Exercitando a minha resiliência... Eu sei que se eu morrer amanhã, nascerei novamente, irei brotar, fazer-me botão e depois me abrir para a vida, e assim eu renasço sempre que é preciso aparar a grama...

2 comentários:

Cida Kuntze disse...

Oi querida!
Passei pra ler o seu lindo texto poema, e também pra desejar, mesmo que já no final do dia, um ótimo dia da Mulher.
Como já está acabando... espero que tenha sido ótimo.
Por aqui com muito trabalho....rsrsrs... mas achei uma graça o professor de tênis da minha filha me cumprimentar pelo dia da mulher....rsrsrs.
Lembro que teve anos que ganhei uma rosa quando ía em algumas lojas, noutros ganhei uma lembrancinha da escola quando fui levar a minha filha... mas agora, em tempos de crise, só o comprimento... mas eu nem esperava isso dele e já foi válido, muito válido.
Beijos querida.

Maria Rodrigues disse...

Lindas flores.
Páscoa é momento de renascimento, de amor, de união e de fraternidade.
Que a Páscoa seja o caminho para todos nós encontrarmos a paz, a renovação e a esperança.
Desejo-lhe uma Páscoa muito Feliz.
Beijinhos
Maria