“Meus versos nascem como quem dá luz a um único filho, em gestações que podem durar uma vida ou segundos...” (Chris Amag)



sábado, 16 de abril de 2016

Crônica Reflexiva


Uma pequena crônica reflexiva...

REVIRAVOLTAS...

Se eu tivesse o poder de voltar o tempo, não teria tomado algumas decisões que não me acrescentaram nada... Então eu me pergunto: “Por que temos de passar por algumas coisas que não fazem sentido algum em nossas vidas?”

Mas quando eu me questiono, chego à conclusão que foi necessário, para me lapidar, para me tornar uma pessoa melhor, pois os obstáculos e a tristeza existem para nos dar sabedoria, sabedoria para aceitar e entender que cada pessoa é diferente, que algumas estão ainda aprendendo a caminhar, que ainda não possuem domínio próprio e precisam de autoafirmação, mesmo que para isso tenham de magoar outras pessoas...

Então, quando colocamos nosso coração acima da razão, tudo fica mais fácil: “É melhor a paz, a tranquilidade que a mente inquieta, sem tempo para apreciar as coisas boas da vida...”

E quando penso que foi preciso de muita coragem para desistir de tudo, percebo que eu não desisti, “eu não desisti de mim”, na verdade, me abri para a vida, para o amor, para a minha felicidade...

E se eu não tivesse passado por tudo aquilo, por tudo isso, eu não estaria vivendo o que estou vivendo hoje: Tenho certeza que “agora” tomei a decisão certa.

Agradeço a Deus pelo livre arbítrio, por me permitir viver cada momento para o meu crescimento, e peço sabedoria para entender as pessoas que eu encontrar pelo meu caminho...

Peço perdão, humildade e o dom do Amor, que é o maior de todos os dons.

Maria Cristina Gama
Abril 2016

2 comentários:

Cida Kuntze disse...

Querida amiga, bela crônica.
Que Deus nos ajude a sermos cada vez melhores e também aprendermos com nossos erros.
Um beijo e fica na paz!

Maria Rodrigues disse...

Linda e sentida reflexão.
Estamos sempre a aprender ao longo da vida, como o que de bom nos acontece e também com as agruras que por vezes se abatem sobre nós.
Beijinhos
Maria